terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Resenha: A Longa e Sombria Hora do Chá da Alma, Douglas Adams

Título: A Longa e Sombria Hora do Chá da Alma
Título Original: The Long Dark Tea- Time of the Soul
Autor: Douglas Adams
Editora: Editora Arqueiro
Páginas: 224
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Livro enviado pela editora
Kate Schechter devia ter prestado atenção aos avisos que o universo tentava lhe dar. No aeroporto de Heathrow, prestes a embarcar para a Noruega, a americana pensa em todos os sinais que lhe diziam para não fazer aquela viagem. Ainda assim, ela não está nem um pouco preparada para a explosão do balcão de check-in, que destrói parte do terminal.
Enquanto isso, no norte de Londres, o detetive Dirk Gently está no fundo do poço: sem dinheiro, vive de bicos como quiromante numa tendinha. Refletindo sobre seu fracasso, ele lembra de repente que, na verdade, tem um cliente e está absurdamente atrasado para o encontro aquela manhã.
Porém, o investigador chega tarde demais. Sentindo-se culpado pela sina do homem, ele resolve mais uma vez fazer uso da interconexão de todas as coisas e vê uma ligação do seu caso com os estranhos eventos no aeroporto.
Abrindo caminho em meio aos elementos mais absurdos, Dirk se depara com uma máquina de refrigerante que aparece nos lugares mais improváveis, uma águia hostil que insiste em atacá-lo, um hospital sinistro para casos exóticos, horóscopos insultuosos e uma calculadora de I Ching.
Neste delicioso livro que dá continuação à série de Dirk Gently, o leitor se surpreenderá ao observar como todas as peças do quebra-cabeça se encaixam para formar uma trama genial e hilária.

Todos os outro livros do Douglas que li eu amei, mas confesso que ainda não sei o que sinto sobre este.

Dentre todos os elementos citados na sinopse (que está bem reveladora) que aparentemente não fazem sentido e não tem nenhuma ligação entre si e deveriam fazer sentido no final, pra mim não fez, talvez o fato se deva por ter lido o livro durante a pior ressaca literária da minha vida e demorado horrores pra terminar a leitura.

Temos a questão da Kate no aeroporto, um homem alto e muito revoltado, deuses nórdicos, águias perseguidoras, máquinas de refrigerantes, monstros atacando pessoas, toda a loucura que só encontramos nas histórias do Adams.

Mas o fato é que sou apaixonada pela narrativa louca e com esse humor tão particular que só o Adams tinha, que no final a história não ter feito sentido pra mim realmente não importou, e me rendeu várias gargalhadas e momentos divertidos, como sempre.

E o fato de não ter falado sobre o enredo é que a sinopse já fala bastante e não vou soltar spoiler aqui, eu não conseguiria não soltar hahaha!

E posso não ter feito sentido em tudo o que escrevi até aqui e o que posso dizer é que buguei mesmo com a leitura mas apesar de tudo recomendo porque é Adams e ele é incrível.



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